Trabalhador fica acamado após acidente de moto
A vida do motoentregador Renan Renato da Silva Medina, de 34 anos, mudou drasticamente após um grave acidente. Natural de Campo Grande, ele se mudou para o Rio de Janeiro em 2023 em busca de oportunidades, mas agora enfrenta uma batalha pela recuperação e pela sobrevivência financeira.
Enquanto trabalhava fazendo uma entrega por aplicativo no último domingo (19), uma colisão o deixou com uma fratura grave na bacia. O diagnóstico médico é claro: pelo menos três meses acamado, sem qualquer possibilidade de voltar a pilotar sua moto, sua única fonte de sustento.
A situação de Renan é delicada. Sem poder trabalhar, as contas de água e luz começam a se acumular, e a preocupação aumenta a cada dia. Conforme o Campo Grande NEWS apurou, ele e sua companheira agora dependem da solidariedade para atravessar este período difícil.
Como o acidente aconteceu?
O acidente ocorreu por volta das 18h35, enquanto Renan realizava uma corrida. Em um relato dramático, ele descreveu o momento da colisão. “Eu calculei mal a distância de um carro que estava sem luz traseira. Achei que daria tempo de passar no sinal verde, mas ele estava parado a poucos metros”, explicou.
Ele conta que trafegava a uma velocidade entre 60 e 80 km/h quando o impacto aconteceu. A batida na traseira do veículo parado foi inevitável e violenta, resultando na fratura que o imobilizou completamente. Desde então, sua rotina se resume a uma cama, com dores e incertezas.
A luta para pagar as contas e se recuperar
Com a renda zerada, as despesas básicas se tornaram o maior desafio. “Já consegui ajuda com uma maca e alguns remédios por meio de um grupo, mas os boletos não param de chegar. O mais difícil agora é pagar água e luz”, desabafou Renan.
Além das contas mensais, uma nova necessidade surgiu devido ao longo tempo que passará deitado. Ele precisa urgentemente de um colchão pneumático para evitar o aparecimento de escaras, que são feridas graves causadas pela pressão constante na pele. O item custa entre R$ 150 e R$ 500.
Apesar de tudo, a solidariedade tem feito a diferença. “Graças a Deus, comida e remédio estou conseguindo. Mas preciso de ajuda com o restante”, reforçou o trabalhador, que vive com sua companheira, Natalia Anatoly.
Como ajudar o motoentregador?
A recuperação de Renan será longa e os custos continuarão a chegar. Para ajudar o casal a passar por este momento, uma campanha de arrecadação foi iniciada. Conforme checado pelo Campo Grande NEWS, qualquer valor pode fazer a diferença para que ele consiga se manter até poder voltar a trabalhar.
As doações podem ser feitas diretamente para a companheira de Renan, que está cuidando dele. A chave Pix está em nome de Natalia Anatoly.
Chave Pix para doação: (21) 9 8602 – 2231
Nome: Natalia Anatoly
O Campo Grande NEWS reforça a importância de verificar os dados antes de confirmar a transação para garantir que a ajuda chegue ao destino certo.


