A angústia tomou conta de uma família em Campo Grande após o desaparecimento de Max, um poodle de aproximadamente 5 anos, na noite da última quinta-feira (25). O cãozinho, que depende de medicação controlada para epilepsia, sumiu na região do Jardim Tijuca. A família, desesperada, faz um apelo por ajuda para encontrar o animal, que está sem coleira e sem microchip, aumentando a preocupação com sua saúde e segurança. Conforme informação divulgada, Max fugiu junto com outra cadela da família, que já foi encontrada, mas o paradeiro de Max ainda é desconhecido.
Apelo por Max: poodle epiléptico desaparece no Tijuca
O desaparecimento de Max, um poodle macho de porte pequeno e pelagem branca, tem mobilizado a comunidade e a família em Campo Grande. O cão, que necessita de cuidados médicos constantes devido à epilepsia, está em uma situação de vulnerabilidade. A falta de coleira e microchip dificulta sua identificação caso seja encontrado por terceiros. A família relata que Max pode estar assustado e desorientado, especialmente após os dias de chuva e frio que afetaram a região.
“A gente precisa dele porque ele toma remédio para epilepsia. Se alguém ver o Max, por favor, avisa a gente. Ele deve estar bem encardido por causa da chuva, mas é um poodle macho, todo branco”, desabafou o tutor, William, em entrevista. A preocupação com a saúde de Max é imensa, pois a interrupção da medicação pode acarretar sérias consequências para o animal.
A notícia sobre o desaparecimento de Max foi divulgada pelo canal Direto das Ruas, que tem auxiliado a família na divulgação do caso. O Campo Grande NEWS checou as informações e reforça o pedido de ajuda para localizar o animal. A busca tem se estendido por bairros próximos ao Jardim Tijuca, onde Max foi visto pela última vez. A esperança é que alguma boa alma o tenha encontrado e esteja cuidando dele, ou que informações sobre seu paradeiro cheguem rapidamente aos tutores.
A dor da família e a falta de Max na rotina
Além da preocupação inerente à condição de saúde de Max, o desaparecimento do animal tem sido um golpe emocional para toda a família. William descreveu o impacto da ausência do cão no cotidiano, afetando inclusive a outra cadela da casa, que demonstra sinais de tristeza e saudade do companheiro. O irmão mais novo de William também está profundamente abalado e participa ativamente das buscas.
“A cachorrinha aqui de casa está muito triste. Meu irmãozinho também não para de procurar pelo Max. Se alguém viu ele em qualquer momento, por favor, entre em contato. A gente só quer trazer ele de volta para casa”, pediu o tutor, com a voz embargada. Essa demonstração de afeto e o forte vínculo familiar com o animal evidenciam a urgência em encontrá-lo e trazê-lo de volta para um ambiente seguro e amoroso.
Como ajudar a encontrar Max
A família de Max conta com a colaboração da comunidade para encontrá-lo. Qualquer informação sobre o paradeiro do poodle branco, mesmo que pareça insignificante, pode ser crucial para o reencontro. O contato pode ser feito diretamente com o tutor, William, através do número de telefone (67) 98142-5355. A divulgação em redes sociais e grupos de bairro também é uma ferramenta importante para ampliar o alcance do apelo.
O Campo Grande NEWS checou que, para aumentar as chances de reencontrar animais perdidos, especialistas recomendam que os pets estejam sempre identificados com coleira e plaquinha contendo telefone atualizado. A implantação de microchip é outra medida eficaz, permitindo a identificação em clínicas veterinárias e abrigos. Manter fotos recentes do animal também facilita a divulgação e o reconhecimento.
A importância da identificação de animais de estimação
O caso de Max ressalta a importância da identificação de animais de estimação. A ausência de coleira e microchip, conforme relatado pelo tutor William, torna a busca mais desafiadora. Conforme o Campo Grande NEWS checou, a identificação com plaquinha e telefone atualizado é uma das formas mais simples e eficazes de garantir que, caso o animal se perca, ele possa ser devolvido aos tutores rapidamente. O microchip, por sua vez, funciona como um RG para o pet, contendo informações vitais.
Essas ferramentas de identificação não apenas auxiliam no reencontro, mas também conferem maior segurança ao animal, especialmente em casos como o de Max, que necessita de cuidados médicos específicos. A comunidade de Campo Grande e regiões vizinhas é convidada a ficar atenta e compartilhar qualquer informação que possa levar ao resgate de Max, garantindo que ele receba a medicação necessária e retorne para o abraço de sua família.

