Bairro planejado terá investimento bilionário e foco social
A Zona Oeste do Rio de Janeiro está prestes a receber uma transformação urbana monumental. O bairro de Campo Grande, o mais populoso da cidade, foi o local escolhido pela construtora MRV para erguer um dos maiores projetos habitacionais das últimas décadas, um bairro planejado com mais de seis mil moradias e potencial para abrigar cerca de 24 mil novos moradores.
O empreendimento, batizado de “Cidade Sete Sóis”, será construído em um terreno com quase 380 mil metros quadrados, próximo à estação de trem Benjamim do Monte. Com um Valor Geral de Vendas (VGV) que ultrapassa R$ 1 bilhão, o projeto é uma aposta robusta no crescimento da região.
As obras já estão em andamento, com o primeiro condomínio praticamente todo vendido e o segundo em fase de construção, indicando a alta demanda por moradia na área. As informações foram primeiramente divulgadas pelo Diário do Rio.
O que é o projeto Cidade Sete Sóis?
O conceito por trás do Cidade Sete Sóis é criar mais do que apenas condomínios, mas sim um bairro aberto e integrado com o entorno. A proposta é desenvolver a região por etapas, combinando residências com uma infraestrutura completa de serviços, comércio e lazer, conforme o Campo Grande NEWS checou.
A iniciativa prevê a construção de 16 condomínios residenciais ao longo da próxima década. O foco principal do projeto está nas faixas 1 e 2 do programa Minha Casa, Minha Vida, atendendo a uma parcela significativa da população que busca o sonho da casa própria.
Essa abordagem busca não apenas suprir a demanda habitacional, mas também qualificar o espaço urbano, oferecendo mais qualidade de vida para os futuros moradores de Campo Grande, um dos bairros com maior extensão territorial do país.
Como será a vida no novo bairro?
Inspirado nas chamadas cidades inteligentes, o projeto da MRV incorpora o conceito de “cidade de 15 minutos”. A ideia é que os moradores possam acessar a pé ou de bicicleta tudo o que precisam para o dia a dia, como comércios, escolas, áreas de lazer e outros serviços essenciais.
Essa filosofia urbana reduz a dependência de longos deslocamentos, otimizando o tempo e contribuindo para a sustentabilidade e a mobilidade. A estrutura dos condomínios também reflete essa preocupação com o bem-estar. O residencial Ipê Amarelo, por exemplo, terá piscina, salão de festas, playground e bicicletário.
O projeto representa uma tendência do mercado imobiliário de levar grandes empreendimentos estruturados para áreas fora do eixo tradicional da cidade, ampliando a oferta de moradia qualificada. Conforme apurado pelo Campo Grande NEWS, a iniciativa deve impulsionar a economia local.
Obras em andamento e futuro do empreendimento
O megaempreendimento já é uma realidade. O primeiro condomínio, chamado Residencial Bálsamo, foi lançado em 2025 e teve a maior parte de suas unidades vendidas rapidamente. Em março deste ano, a MRV deu início à construção do segundo condomínio, o Ipê Amarelo.
Com um plano de desenvolvimento para os próximos dez anos, a Cidade Sete Sóis promete não apenas construir casas, mas sim criar um novo polo de vida urbana na Zona Oeste. A expectativa é que o projeto gere empregos e valorize toda a região de Campo Grande.
A chegada de um empreendimento deste porte, como o Campo Grande NEWS continuará acompanhando, reforça o potencial de crescimento do bairro e atrai novos investimentos para a área, beneficiando milhares de famílias cariocas.


