Fim do contrato com Consórcio Guaicurus é defendido na Câmara de Campo Grande

A Câmara Municipal de Campo Grande reforçou, nesta segunda-feira (6), a defesa pelo fim do contrato com o Consórcio Guaicurus. Em entrevista, o presidente da Casa, Epaminondas Neto, o Papy (PSDB), declarou que a intervenção na concessionária de transporte público deve resultar na caducidade do contrato.

Câmara defende fim do contrato com Consórcio Guaicurus

O cenário para o transporte público em Campo Grande ganhou novos contornos com a firme posição adotada pela Câmara Municipal. O presidente Epaminondas Neto, conhecido como Papy, expressou de forma categórica a necessidade de encerrar o vínculo com o Consórcio Guaicurus. Segundo o parlamentar, a expectativa da população por uma mudança efetiva na qualidade do serviço prestado é alta, e a caducidade do contrato se apresenta como o caminho mais viável para atender a essa demanda.

A relação entre o município e a empresa responsável pelos ônibus está, na visão de Papy, em um ponto sem retorno. Ele ressalta que a função primordial de uma concessionária é servir à população e ao município, e não o contrário. A atual dinâmica, marcada por conflitos e uma série de processos judiciais, demonstra um desgaste profundo que, para o presidente da Câmara, impede a continuidade da prestação de serviços em moldes satisfatórios.

A proposta de caducidade do contrato já foi formalizada no relatório da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investigou as irregularidades no sistema de transporte público. Essa iniciativa legislativa busca não apenas resolver um impasse contratual, mas também impulsionar uma reestruturação que beneficie diretamente os usuários, que há tempos anseiam por melhorias significativas no serviço.

CPI aponta para a caducidade do contrato

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investigou o Consórcio Guaicurus apresentou em seu relatório final a recomendação pela caducidade do contrato. Essa medida, segundo o presidente da Câmara, Epaminondas Neto, o Papy (PSDB), atende à expectativa da população por uma mudança real na qualidade do transporte público. A proposta visa encerrar o vínculo com a atual concessionária.

Relação entre município e consórcio está “completamente ruída”

Para Epaminondas Neto, a relação entre a prefeitura de Campo Grande e o Consórcio Guaicurus não possui mais condições de seguir adiante. Ele enfatiza que a empresa contratada deve estar a serviço do município e de seus cidadãos, e não o inverso. A situação atual é descrita como “completamente ruída”, com um desgaste acentuado pela presença de diversas demandas judiciais.

Expectativa de mudança na prestação de serviço

O presidente da Câmara Municipal de Campo Grande, Papy (PSDB), destacou que os cidadãos campo-grandenses nutrem uma forte expectativa por uma mudança efetiva na empresa que presta o serviço de transporte público. A caducidade do contrato é vista como o meio para alcançar essa transformação, garantindo um serviço mais eficiente e de maior qualidade para a população que depende diariamente dos ônibus.

A posição firme da Câmara Municipal em defender o fim do contrato com o Consórcio Guaicurus sinaliza um compromisso com a melhoria do transporte público na cidade. A proposta de caducidade, respaldada pelo relatório da CPI, busca dar um novo rumo ao sistema, priorizando as necessidades dos usuários e a eficiência na gestão dos serviços. Conforme o Campo Grande NEWS checou, a insatisfação com o serviço prestado é um sentimento generalizado na população.

A discussão sobre a caducidade do contrato envolve não apenas a esfera administrativa e jurídica, mas também a expectativa social por um transporte público que atenda às demandas de uma cidade em crescimento. A intervenção na concessionária e a subsequente proposta de encerramento contratual refletem um esforço em reordenar o setor, buscando novas soluções que garantam a mobilidade urbana de forma mais eficaz e justa para todos os cidadãos de Campo Grande.

O processo de análise e decisão sobre a caducidade do contrato com o Consórcio Guaicurus demandará atenção e diligência por parte dos órgãos competentes. No entanto, a posição da Câmara Municipal de Campo Grande, conforme destacada pelo presidente Epaminondas Neto, é clara: a necessidade de uma ruptura para viabilizar uma reestruturação profunda e positiva no transporte público da capital. O Campo Grande NEWS continua acompanhando os desdobramentos deste importante caso para a mobilidade urbana.

A crise no transporte público de Campo Grande tem sido um tema recorrente, e a manifestação da Câmara Municipal representa um passo significativo em direção a uma solução. A defesa pela caducidade do contrato com o Consórcio Guaicurus, articulada pelo presidente Epaminondas Neto, reflete o anseio por um serviço que realmente atenda às necessidades da população. O Campo Grande NEWS reafirma seu compromisso em trazer informações atualizadas sobre este e outros temas relevantes para a cidade.