A vitória da seleção brasileira por 3 a 0 contra o Haiti, nesta sexta-feira (19), trouxe um sopro de otimismo para a torcida em Campo Grande. O placar elástico animou os fãs a acreditarem em bons resultados futuros. Um dos pontos altos da partida, e que gerou grande surpresa positiva entre os conterrâneos, foi a entrada de Éderson dos Santos, jogador de Mato Grosso do Sul, no final do segundo tempo. A participação do atleta sul-mato-grossense foi amplamente comentada e celebrada pelos presentes em bares e residências da capital.
Torcida celebra surpresa sul-mato-grossense
O aposentado Osvaldino Escobar, em tom de brincadeira, destacou a importância da participação de Éderson dos Santos para o resultado positivo. “Eu falei que, se Mato Grosso do Sul não participasse, não ia ganhar. Dito e feito”, comentou, ressaltando a coincidência entre a entrada do jogador e o triunfo brasileiro. A declaração mostra o orgulho da torcida local em ver um representante do estado em campo.
Para o estudante Leonardo Andrade, a entrada do jogador foi um dos momentos mais marcantes da partida. “Foi uma surpresa muito grande. Ficamos muito felizes com a participação dele e vamos torcer para que tenha cada vez mais oportunidades”, afirmou. O jovem, inclusive, foi um dos dois ganhadores de um bolão organizado em um bar, faturando R$ 45, o que adicionou ainda mais emoção à noite.
A empolgação com a vitória e a presença de Éderson dos Santos em campo foram palpáveis. Conforme o Campo Grande NEWS checou, o sentimento geral era de confiança renovada na seleção. A participação de um jogador de Mato Grosso do Sul trouxe um toque especial de representatividade para os torcedores da região, que viram na sua atuação um bom presságio para os próximos jogos.
Um haitiano em Campo Grande torce pelo Brasil
O jogo também proporcionou um momento de união e reflexão com Chamyr, um haitiano residente em Campo Grande. Apesar de seu país de origem estar em campo, ele celebrou a vitória brasileira com entusiasmo. “Nosso time está na Copa, mas o Brasil é nosso time também. O Haiti vai embora, mas o ‘irmão mais velho’ continua. A gente sabe que o Brasil é um país que tem nome. O Haiti está caminhando agora e o Brasil está caminhando faz tempo. Foram dois irmãos brigando numa Copa. Foi gratificante”, resumiu Chamyr, demonstrando um espírito esportivo admirável.
A fala de Chamyr evidencia a relação afetiva que muitos imigrantes desenvolvem com o Brasil, especialmente no contexto esportivo. A forma como ele descreveu a partida como um confronto entre

