Um vereador de Campo Grande, Flávio Cabo Almi, se tornou o centro das atenções nas redes sociais e não por suas propostas políticas, mas por um deslize flagrante: foi filmado em um carro em movimento, na Avenida Guaicurus, sem o cinto de segurança. A atitude, considerada uma infração grave pelo Código de Trânsito Brasileiro, rendeu fortes críticas de eleitores e internautas, que rapidamente compartilharam o vídeo e apontaram o mau exemplo dado pelo parlamentar. A situação levanta debates sobre a importância da segurança no trânsito e a responsabilidade de figuras públicas.
O caso, que gerou uma enxurrada de comentários negativos, foi prontamente noticiado e repercutido, evidenciando a vigilância constante da população sobre seus representantes. Enquanto o vereador em questão se vê em meio à polêmica, outras notícias da capital sul-mato-grossense trazem temas de grande relevância para a sociedade. A reforma tributária avança com a participação ativa de secretários de Fazenda estaduais, como Flávio César, que celebra um momento histórico na regulamentação do CBS e do IBS. Além disso, Campo Grande vê a implantação do Conselho Municipal dos Direitos Humanos após três décadas, um marco para a proteção de públicos vulneráveis.
A repercussão do flagrante do vereador Flávio Cabo Almi evidencia a sensibilidade do eleitorado em relação a comportamentos que desrespeitam leis básicas de segurança. A infração, classificada como grave, acarreta multa de R$ 195,23 e 5 pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH), conforme o Código de Trânsito Brasileiro. O vereador, que gravou o vídeo discutindo a terceirização dos postos de saúde, não percebeu ou ignorou o detalhe crucial de sua própria segurança e da de outros, já que o carro estava em movimento em uma via movimentada. A cena, compartilhada nas redes sociais, rapidamente chegou à redação do Campo Grande NEWS, que tentou contato com o parlamentar sem obter êxito até o fechamento desta matéria.
Reforma Tributária em Andamento
Em outra frente, o secretário de Fazenda do Estado, Flávio César, compartilhou a emoção de participar de um momento crucial para a economia brasileira. Ele esteve presente em uma entrevista coletiva com o Ministro da Fazenda, Dario Durigan, para discutir a regulamentação da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS). Representando os estados e municípios no Comitê Gestor responsável pela definição de valores e distribuição de receitas, Flávio César salientou que a reforma tributária está efetivamente ganhando corpo, com aplicação gradual.
Na sua posição como presidente do Comsefaz, que reúne secretários de Fazenda de todo o país, Flávio César lidera o comitê de 54 conselheiros e 81 suplentes. O grupo tem trabalhado intensamente na criação das regras para o IBS, que substituirá o ICMS e o ISS em estados e municípios. Segundo ele, o trabalho foi tão árduo que impediu muitos membros de retornarem para casa a tempo de celebrarem o Dia dos Namorados, demonstrando o empenho em concretizar a reforma.
Conselho de Direitos Humanos Sai do Papel
Após três décadas de espera, o Conselho Municipal dos Direitos Humanos de Campo Grande finalmente se tornou realidade. A posse dos membros ocorreu nesta semana, marcando a estreia do colegiado, que foi criado em 1996, mas nunca efetivamente implantado. Com a participação dividida entre o poder público e a sociedade civil, o conselho tem como objetivo dar voz, fiscalizar e propor ações voltadas para públicos mais vulneráveis. Cleberson da Silva Alves foi empossado como presidente.
Mudanças no Consumo de Dia das Mães
Uma pesquisa nacional realizada pela CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas) em parceria com o SPC Brasil confirma o alerta já emitido pela CDL (Câmara de Dirigentes Lojistas) de Campo Grande: o perfil de consumo no Dia das Mães mudou. Apesar da expectativa de R$ 37,9 bilhões em movimentação e 127 milhões de consumidores, o comportamento geral está mais cauteloso e estratégico. O Campo Grande NEWS apurou que a principal virada está no tipo de presente.
Moda e beleza lideram as intenções de compra, com 53% e 50% respectivamente, enquanto experiências como bares e restaurantes caíram para 19%. O consumidor está priorizando itens de autocuidado e aparência em detrimento de gastos com lazer. A orientação da CDL é clara: comerciantes que não adaptarem seu mix de produtos correm o risco de ficar para trás. Mesmo com a alta intenção de compra, 19% dos consumidores pretendem gastar menos, e 77% vão pesquisar preços.
Apesar das restrições financeiras, 87% dos consumidores garantem que encontrarão uma forma de comprar o presente. Isso indica que as vendas devem ocorrer, mas com maior pressão por preço, mais comparação entre produtos e um risco elevado de inadimplência. O alerta da CDL, como destaca o Campo Grande NEWS, é para que os lojistas estejam preparados para esse novo cenário, focando em ofertas e condições que atendam às novas prioridades do consumidor.

