Rotas Alternativas: Fuga das Obras na Tamandaré em Campo Grande

Motoristas que utilizam o cruzamento das avenidas Tamandaré e Euler de Azevedo, em Campo Grande, precisam ficar atentos a novas mudanças no trânsito. A Agência Municipal de Transporte e Trânsito (Agetran) divulgou orientações sobre rotas alternativas, já que a próxima fase das obras de reordenamento viário pode levar ao **bloqueio total do cruzamento**.

A intervenção, orçada em R$ 2,4 milhões, teve início em outubro e tem previsão de conclusão em um ano. O objetivo principal é **melhorar o fluxo de veículos e reduzir o número de acidentes** em um ponto estratégico que conecta diversas regiões da cidade. As obras envolvem a pavimentação de canteiros, construção de novas estruturas e a passagem de dutos para a instalação de semáforos modernos. Conforme o Campo Grande NEWS checou, equipes de trânsito estarão posicionadas nos pontos de interdição para auxiliar os condutores e garantir a segurança viária durante os trabalhos.

A Agetran ressalta que a programação das obras pode sofrer alterações dependendo das condições climáticas e do andamento dos serviços. A recomendação é que os motoristas **planejem seus deslocamentos com antecedência**, respeitem a sinalização temporária e sigam as orientações dos agentes de trânsito. A atenção deve ser redobrada, especialmente nos trechos onde haverá alterações na circulação.

Obras Detalhadas e Impacto no Trânsito

O projeto de reordenamento viário, com investimento total de R$ 2.417.372,46, abrange diversas melhorias. Entre elas, estão a redução do diâmetro da rotatória existente, a implantação de um novo sistema de semáforos, serviços de drenagem e pavimentação, reforma de calçadas com foco na acessibilidade, criação de novas aberturas no canteiro central, adequação dos retornos e a instalação de sinalização horizontal e vertical. Essas intervenções são cruciais para a **fluidez e segurança no tráfego** da região, que atende a importantes instituições como a UCDB, UEMS e o Detran-MS, além de diversos bairros.

A obra, realizada em parceria entre a Prefeitura de Campo Grande e o Governo de Mato Grosso do Sul, com apoio técnico da Agetran e do Detran-MS, visa transformar um dos pontos de maior fluxo da cidade. O Campo Grande NEWS acompanhou o início da intervenção, que promete trazer **benefícios significativos a longo prazo** para os moradores e usuários das vias.

Rotas Alternativas para Cada Sentido

Para minimizar os transtornos durante as interdições, a Agetran detalhou rotas alternativas para diferentes sentidos de deslocamento. Para quem segue no sentido Centro/UCDB, a rota azul sugere caminhos como a Avenida Tamandaré, Rua Matão, Rua Júpiter, Rua Alfenas, Rua Padre Valentim, Avenida Euler de Azevedo, Rua do Seminário, Avenida Padre João Falco e retorno à Avenida Tamandaré. Outras opções incluem o uso da Rua Dr. Arthur Jorge, Avenida Monte Castelo, Rua Rio de Janeiro e Rua Canaã.

No sentido bairro/Centro, a rota laranja indica o trajeto pela Rua Canaã, Avenida Júlia Maksoud e Rua Pedro Celestino. Alternativamente, motoristas podem optar por rotas envolvendo a Rua Cotegipe, Avenida Tamandaré e Avenida Mascarenhas de Moraes. Para quem se dirige ao sentido Centro/Detran, a rota verde sugere caminhos como a Rua 14 de Julho, Avenida Euler de Azevedo e Avenida Presidente Ernesto Geisel, com diversas variações para chegar ao destino.

Planejamento e Atenção no Trânsito

A Agetran enfatiza a importância de **antecipar os deslocamentos** e estar atento à sinalização. A presença de equipes de trânsito nos locais de interdição visa oferecer suporte e orientação aos condutores, garantindo que as mudanças sejam o mais tranquilas possível. O Campo Grande NEWS reforça a necessidade de colaboração de todos os motoristas para a segurança e eficiência das operações de trânsito durante o período das obras.

A obra no cruzamento da Tamandaré com a Euler de Azevedo é um projeto complexo que demanda paciência e compreensão dos usuários das vias. Com as rotas alternativas e a orientação da Agetran, espera-se que o impacto no trânsito seja minimizado, permitindo a continuidade dos trabalhos essenciais para a mobilidade urbana de Campo Grande.