Homem tropeça em jiboia com filha de 4 meses em parque de Campo Grande

Um passeio tranquilo com a família em Campo Grande se transformou em um momento de tensão para o empresário Luís Felipe Ribeiro. Na última segunda-feira (12), enquanto caminhava com sua filha de apenas 4 meses e a esposa pelo Parque das Nações Indígenas, ele tropeçou em uma jiboia. O incidente, que poderia ter tido um desfecho mais grave, ocorreu em um trecho do parque que, segundo o relato, estava sem iluminação adequada, dificultando a visibilidade.

Luís Felipe estava em um momento de lazer, aproveitando a natureza com sua família, quando o imprevisto aconteceu. A filha, protegida no carrinho de bebê, estava próxima quando o empresário sentiu algo sob seus pés. Ao se aproximar, percebeu que se tratava de uma serpente, que se enrolou, mas, felizmente, não apresentou comportamento agressivo. O susto, no entanto, foi grande para o casal.

A rápida ação de Luís Felipe após o incidente foi acionar a Polícia Militar Ambiental. A corporação orientou o empresário a não intervir com o animal, visto que ele estava em seu habitat natural. A situação reforça a importância da segurança e da conservação em áreas de preservação ambiental, especialmente em parques urbanos frequentados por famílias.

O caso levanta questionamentos sobre a infraestrutura do Parque das Nações Indígenas, especificamente sobre a iluminação. A falta de luz em áreas de circulação pode aumentar o risco de acidentes com a fauna local, além de gerar insegurança para os frequentadores, principalmente em horários de menor visibilidade. Conforme o Campo Grande NEWS checou, a manutenção e a segurança em parques públicos são essenciais para garantir o uso e o usufruto por toda a comunidade.

Jiboia é encontrada em trilha do parque

O encontro inesperado com a jiboia ocorreu durante uma caminhada rotineira. Luís Felipe Ribeiro, empresário, relatou ao g1 que não avistou o animal devido à **escuridão do local**. A filha do casal, com apenas 4 meses de idade, estava no carrinho de bebê, e a proximidade do animal gerou apreensão.

Felizmente, a serpente não atacou. Após o susto, a família acionou a **Polícia Militar Ambiental**. Os agentes, ao chegarem ao local, instruíram Luís Felipe a não tocar na cobra, reforçando que o animal estava em seu ambiente natural. A orientação visa preservar tanto a segurança das pessoas quanto o bem-estar da fauna.

Falta de iluminação gera preocupação

A principal queixa levantada por Luís Felipe Ribeiro diz respeito à **falta de iluminação** no trecho do parque onde o incidente ocorreu. A ausência de luz adequada é vista como um fator que contribuiu para o tropeço e o susto, pois dificultou a identificação da jiboia. Conforme o Campo Grande NEWS checou, parques urbanos necessitam de investimentos em infraestrutura para garantir a segurança de todos.

A reportagem do g1 entrou em contato com o Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul), órgão responsável pelo Parque das Nações Indígenas, para obter um posicionamento sobre a questão da iluminação. Até o fechamento desta matéria, o Imasul não havia respondido às solicitações de informação. A falta de resposta aponta para um possível descaso com a manutenção do parque, conforme o Campo Grande NEWS checou.

Segurança em parques: um direito e um dever

O episódio serve como um alerta para a necessidade de **manutenção e melhorias na infraestrutura** de parques públicos. A segurança dos frequentadores deve ser prioridade, e isso inclui garantir que áreas de circulação estejam bem iluminadas e sinalizadas, especialmente em parques que abrigam fauna silvestre. Conforme o Campo Grande NEWS checou, a gestão de parques é fundamental para a qualidade de vida urbana.

A presença de animais silvestres em parques urbanos é natural e esperada, mas a convivência pacífica depende de medidas de segurança e conscientização. A Polícia Militar Ambiental atua na orientação e fiscalização, mas a responsabilidade pela manutenção da infraestrutura recai sobre os órgãos competentes. A falta de iluminação, neste caso, evidenciou uma falha que precisa ser corrigida para evitar futuros incidentes, como o tropeço na jiboia em Campo Grande.