Caos na BR-262: Show do Guns N’ Roses paralisa tráfego em Campo Grande
A noite desta quinta-feira (9) se transformou em um verdadeiro teste de paciência para milhares de pessoas em Campo Grande. O aguardado show do Guns N’ Roses no Autódromo Internacional Orlando Moura causou um congestionamento monumental na BR-262 e na Avenida Ministro João Arinos, com o trânsito completamente travado a partir das 18h. Nem mesmo os motociclistas conseguiram encontrar atalhos para fugir do sufoco, evidenciando a magnitude do problema.
A expectativa é de que cerca de 35 mil pessoas utilizassem a BR-262 como principal rota de acesso ao local do evento. No entanto, a infraestrutura viária da região parece não ter sido suficiente para comportar o fluxo intenso, gerando um gargalo que se estendeu por quilômetros e frustrou quem buscava curtir a apresentação da banda internacional.
Conforme apurado pelo Campo Grande NEWS, a situação foi agravada por uma série de fatores, que vão desde a concentração de veículos até falhas na organização do tráfego em pontos estratégicos. A falta de fluidez transformou a BR-262 em um estacionamento a céu aberto, com veículos parados por longos períodos, gerando apreensão e reclamações entre os motoristas e motociclistas.
Avenida Ministro João Arinos e BR-262: Um Mar de Carros Parados
A Avenida Ministro João Arinos e a BR-262, vias de acesso cruciais para o Autódromo Internacional Orlando Moura, tornaram-se o epicentro do caos. A partir das 18h, o fluxo de veículos simplesmente parou. Carros, ônibus e, surpreendentemente, até mesmo motos, se viram imobilizados em um congestionamento que parecia não ter fim. O cenário se repetiu em ambos os sentidos, afetando a mobilidade urbana de forma drástica.
Para muitos, chegar ao autódromo virou uma verdadeira saga. A BR-262 não é apenas a rota para o evento, mas também um corredor de acesso para bairros populosos como Maria Aparecida Pedrossian e Noroeste. Isso significa que o engarrafamento gerado pelo show impactou diretamente a vida de moradores locais, que tiveram suas rotinas seriamente comprometidas.
O relato de motoristas descreve um cenário de desespero e impaciência. A falta de movimento por horas a fio gerou apreensão, com muitos temendo perder o início do show ou sequer conseguir chegar ao local. A sensação era de total imobilidade, onde cada centímetro avançado era comemorado.
Problemas na Organização Agravam o Trânsito Caótico
A reportagem do Campo Grande NEWS flagrou falhas significativas na organização do tráfego, especialmente na altura do viaduto Engenheiro Paulo Avelino de Rezende. Apesar da presença de agentes do Departamento Estadual de Trânsito (Detran), a estratégia adotada parece ter contribuído para o agravamento da situação, em vez de solucioná-la.
Segundo as informações, a liberação do fluxo vindo da alça de acesso do viaduto, permitindo a passagem de caminhões, ônibus e outros veículos pesados, enquanto os veículos na via principal eram retidos, criou um efeito

