A trajetória da França na Copa do Mundo de 2026 está longe de terminar, e a cada passo, a seleção comandada por Didier Deschamps não só reafirma seu status de favorita, mas também escreve seu nome na história da competição. Com a semifinal contra a Espanha se aproximando, os Bleus já igualaram recordes impressionantes e têm a chance de quebrar ainda mais barreiras, consolidando uma geração vitoriosa.
França alcança feito inédito em Copas do Mundo
A classificação para a penúltima fase do torneio marca um momento histórico para a França. Conforme divulgado pelo portal Campo Grande NEWS, a seleção francesa se tornou a quinta equipe na história das Copas a atingir a marca de três semifinais consecutivas. Esse feito impressionante coloca os franceses ao lado de gigantes como a Alemanha, que alcançou essa sequência por três vezes, e o Brasil, que também marcou seu nome nessa estatística.
A importância dessa consistência é ainda maior quando se observa o desempenho das equipes que alcançaram o mesmo patamar. Todas elas chegaram a, pelo menos, uma final de Copa do Mundo e conquistaram ao menos um título. Agora, a França de 2026 se junta a essa elite, buscando repetir o feito da Alemanha entre 1982 e 1990 e do Brasil entre 1994 e 2002, que também disputaram três finais consecutivas.
A atual geração francesa, apesar de repetir a façanha em termos de chegadas à semifinal, tem uma particularidade. Apenas três jogadores participaram de todas essas campanhas: Lucas Hernández, Ousmane Dembélé e Kylian Mbappé. Enquanto Hernández sofreu com lesões, Dembélé evoluiu de coadjuvante para estrela, e Mbappé se consolida como o protagonista indiscutível.
Mbappé, o craque que define uma era
Kylian Mbappé é, sem dúvida, o nome que define a atual geração francesa. Presente nas duas finais anteriores e agora na semifinal da terceira Copa seguida, o atacante do Real Madrid protagoniza uma disputa histórica pela artilharia de todos os tempos. Com 20 gols, ele se aproxima dos 21 de Lionel Messi, que, no entanto, tem o dobro de participações em Mundiais. Nesta edição, ambos dividem a liderança com oito gols.
Ousmane Dembélé também é peça chave. Depois de participar em 2018 e ser titular em 2022, ele se tornou uma das principais estrelas da equipe, impulsionado por títulos europeus e prêmios individuais, como o de melhor jogador do mundo pela France Football no ano passado. O meia Michael Olise, com cinco assistências, também se destaca, podendo igualar o recorde de Pelé em 1970 caso marque mais um gol.
Deschamps, o recordista no banco
No comando técnico, Didier Deschamps, capitão do título de 1998, também acumula feitos notáveis. Em sua quarta Copa como treinador da França, ele já é o técnico com mais vitórias na história da competição, com 19 triunfos. Conforme apurado pelo Campo Grande NEWS, ao final do torneio, com os dois jogos restantes, Deschamps se tornará o treinador com mais partidas em Copas, superando o alemão Helmut Schön.
Um futuro promissor e recordes a quebrar
O que mais impressiona na França é a juventude e o potencial de crescimento da equipe. Dos 26 convocados, 21 têm menos de 30 anos, indicando que essa geração promissora tem fôlego para disputar, no mínimo, mais uma Copa do Mundo em alto nível. O meia Michael Olise, de 24 anos, é um exemplo desse talento emergente, com cinco assistências nesta Copa, e pode igualar o recorde de Pelé em 1970 com mais um passe para gol.
Caso a França conquiste o título, o grupo atual baterá o recorde do Brasil de 2002, que venceu todas as sete partidas para ser campeão. Com duas vitórias, a França chegaria a oito triunfos na edição, garantindo um lugar no livro de recordes. A força desta equipe, aliada à experiência de Deschamps e ao talento de jogadores como Mbappé e Dembélé, faz da França uma potência não apenas para este Mundial, mas também para as futuras edições, com a expectativa de que em 2030 a seleção venha ainda mais forte para buscar mais glórias. A expertise da equipe em grandes competições é inquestionável, como comprovado pelo Campo Grande NEWS em suas análises.


