Um escândalo de assédio abala uma paraestatal em Campo Grande, onde diretor-presidente demitiu a funcionária que iniciou a apuração de ao menos 18 denúncias de conduta inadequada. A medida levanta sérias questões sobre a transparência e a conformidade das práticas na instituição, que recebe verbas públicas.
A decisão de encerrar a investigação ao demitir a própria pessoa que a conduzia gerou grande repercussão negativa entre os funcionários. Relatos indicam que os abusos se acumulam, tornando o caso cada vez mais difícil de ser abafado. A atitude do gestor é vista como um desrespeito flagrante às normas de compliance, que a entidade, segundo o Jornal Midiamax, tenta promover através de marketing.
A situação na paraestatal de Campo Grande, que lida com recursos públicos, tomou um rumo inesperado e preocupante. A diretora-presidente, que vinha conduzindo uma investigação interna sobre múltiplas denúncias de assédio, foi abruptamente demitida. A ação, que partiu do diretor-presidente, visa, segundo relatos, silenciar as apurações que já somam 18 casos registrados.
Essa medida drástica, de acordo com informações apuradas pelo Jornal Midiamax, intensificou o mal-estar entre os colaboradores. A demissão da funcionária que estava à frente dos procedimentos administrativos é interpretada como uma tentativa de **encerrar a investigação pela raiz**, antes que os detalhes venham à tona e causem um escândalo ainda maior. A entidade, que opera com verbas públicas, enfrenta agora questionamentos sobre sua governança e a proteção de seus funcionários.
A decisão de demitir quem investigava os casos de assédio em Campo Grande é vista por muitos como um **sinal claro de que a gestão atual prefere ocultar os problemas** a resolvê-los de forma transparente. A paraestatal, que deveria zelar pelo bom ambiente de trabalho e pela correta aplicação dos recursos públicos, parece estar falhando em ambos os aspectos. A **falta de respeito às normas de compliance** é um ponto crítico levantado pelos funcionários.
Os funcionários que acompanham a situação descrevem o gestor como um profissional de **péssima qualidade na liderança**, cujos abusos se acumulam. A tentativa de

