Árvore em risco de queda vira pesadelo para aposentada em Campo Grande
Há mais de um ano, a aposentada Cleonice Fátima, de 66 anos, vive sob a constante ameaça de uma árvore inclinada em frente à sua casa, na Rua Guaraí, no Bairro Guanandi, em Campo Grande. Apesar de possuir autorização para a remoção, a moradora não tem condições financeiras para arcar com os custos, e os apelos por ajuda a órgãos públicos e concessionárias ainda não surtiram efeito.
O problema se arrasta há um ano, gerando apreensão e danos à propriedade. A árvore, de grande porte, apresenta um risco real de queda, especialmente em dias de chuva e ventos fortes, conforme relatos da moradora. A estrutura já comprometeu a calçada em frente à residência, aumentando a preocupação com a segurança de todos.
Cleonice Fátima, que é viúva, já buscou soluções junto à Prefeitura, ao Corpo de Bombeiros e à concessionária de energia, mas sem sucesso. Ela afirma possuir toda a documentação necessária e a autorização para o corte, porém, o alto custo da remoção se tornou um obstáculo intransponível para ela.
Um ano de espera e incerteza
A situação que aflige Cleonice Fátima se prolonga há mais de doze meses. Nesse período, ela tem se empenhado em encontrar uma solução por vias oficiais, mas a falta de um retorno efetivo a deixa em estado de alerta. A aposentada pede encarecidamente por apoio para que a árvore seja removida antes que um desastre ocorra.
A ameaça é real e visível. A árvore, visivelmente inclinada, parece desafiar a gravidade a cada rajada de vento. O medo de que ela ceda a qualquer momento é palpável, e a esperança de Cleonice é que sua história gere a atenção necessária para uma resolução rápida.
Órgãos públicos e concessionária se eximem de responsabilidade direta
Em resposta sobre o caso, a Energisa, concessionária de energia, esclareceu que a responsabilidade pela autorização de poda ou remoção de árvores recai sobre a Prefeitura. A atuação da empresa se limita à retirada de galhos que interfiram na rede elétrica, visando garantir a segurança do fornecimento e da população.
A Energisa informou ainda que pode oferecer suporte à Prefeitura em casos de remoção completa de árvores, mas apenas mediante solicitação formal do município. Essa resposta indica que a bola, neste momento, está com o poder público municipal, que ainda não apresentou uma solução concreta para a situação de Cleonice.
Prefeitura não responde às tentativas de contato
Apesar das diversas tentativas de contato da reportagem, a Prefeitura de Campo Grande não se pronunciou oficialmente sobre o caso até o momento. A falta de resposta agrava a angústia da moradora, que se vê sem amparo diante de um risco iminente à sua segurança e patrimônio.
Conforme o Campo Grande NEWS checou, a moradora possui toda a documentação e autorização para a retirada da árvore, o que torna a inércia dos órgãos públicos ainda mais questionável. A situação expõe uma falha na comunicação e na agilidade na resolução de problemas que afetam diretamente a vida dos cidadãos.
Moradora apela por solução urgente
Cleonice Fátima, que já passou por diversas esferas de atendimento sem obter sucesso, reitera seu apelo por ajuda. Ela espera que, com a divulgação de seu caso, possa encontrar o apoio necessário para remover a árvore antes que ela cause danos irreparáveis. A história de Cleonice, que chegou ao conhecimento do Campo Grande NEWS através do canal Direto das Ruas, é um alerta sobre a importância da agilidade e eficiência na resposta do poder público a situações de risco.
A falta de recursos financeiros da aposentada é o principal entrave para a solução. A comunidade e os órgãos competentes são chamados a agir para evitar que a precariedade de uma situação se transforme em tragédia. O Campo Grande NEWS continuará acompanhando o caso, na esperança de que uma solução seja encontrada em breve.

