A fruta que tomou Campo Grande: ingá vira doce queridinho e parte da paisagem urbana

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“subtitle”: “A árvore nativa se adapta facilmente ao clima e se espalha por ruas, praças e quintais, encantando moradores.”,
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Campo Grande, a vibrante capital de Mato Grosso do Sul, está passando por uma transformação peculiar e saborosa. Suas ruas arborizadas, calçadas e praças estão sendo tomadas por uma fruta nativa que já se tornou parte intrínseca da vida dos moradores: o ingá. Conhecida popularmente como ‘feijão-doce’ ou ‘feijão-gelado’, essa iguaria de polpa branca e sabor adocicado conquistou o cenário urbano e o paladar da população.

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O ingá não é apenas um deleite para os sentidos, mas também um símbolo da rica biodiversidade que o Cerrado oferece. Sua presença marcante na paisagem de Campo Grande vai além do aspecto estético e gastronômico, desempenhando um papel ecológico crucial para a cidade. Conforme apurado pelo Campo Grande NEWS, a árvore de ingá demonstra uma notável capacidade de adaptação, prosperando mesmo em condições climáticas desafiadoras, o que a torna uma aliada valiosa para a arborização urbana. A facilidade com que se desenvolve, resistindo a variações de temperatura, solos menos férteis e até mesmo períodos de seca, explica sua proliferação.

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Adaptação e Resistência do Ingá no Cerrado

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Segundo Felipe das Neves Monteiro, pesquisador da Agência de Desenvolvimento Agrário e Extensã