A Escola Superior do Ministério Público de Mato Grosso do Sul (ESMP-MS) estabeleceu um convênio com o Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa (IDP), uma instituição com fortes laços com a família do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes, atualmente representada por seu filho, Francisco Schertel Ferreira Mendes. O acordo tem como objetivo oferecer descontos em cursos de pós-graduação, tanto lato sensu quanto stricto sensu, para membros e servidores do MP-MS. As modalidades de ensino abrangem presencial, híbrida e online, buscando flexibilidade para os profissionais.
MP-MS e IDP firmam convênio para descontos em cursos
O convênio, divulgado pela Escola Superior do Ministério Público de Mato Grosso do Sul, visa beneficiar os integrantes da instituição com condições especiais em programas de formação continuada. O IDP, reconhecido por sua atuação na área de ensino e pesquisa, passa a oferecer um leque de oportunidades educacionais com valores reduzidos para os servidores públicos. A parceria reflete um movimento de aproximação entre instituições de ensino e órgãos públicos, visando a qualificação profissional.
Este acordo surge em um contexto onde a formação continuada é cada vez mais valorizada no serviço público. A possibilidade de realizar cursos de pós-graduação com custos menores pode incentivar o aprimoramento técnico e acadêmico dos servidores do Ministério Público de Mato Grosso do Sul, impactando positivamente a qualidade dos serviços prestados à sociedade.
Conforme informação divulgada, o convênio firmado entre a ESMP-MS e o IDP prevê a concessão de descontos em cursos de pós-graduação. A instituição de ensino está ligada à família do ministro Gilmar Mendes, e atualmente é representada por seu filho, Francisco Schertel Ferreira Mendes. A modalidade dos cursos inclui opções presenciais, híbridas e online, buscando atender às diversas necessidades e disponibilidades dos membros e servidores do MP-MS.
Aprofundamento sobre empréstimos consignados de servidores estaduais
Em paralelo, o deputado estadual Júnio Mochi (MDB) tem intensificado suas cobranças sobre o endividamento de servidores públicos estaduais, especialmente no que tange aos empréstimos consignados. Uma nova indicação foi protocolada na Assembleia Legislativa, solicitando um aprofundamento na análise dos dados sobre o comprometimento financeiro do funcionalismo. O pedido, encaminhado ao Secretário de Estado de Administração, Frederico Felini, busca ampliar o diagnóstico já apresentado anteriormente pela pasta.
O diagnóstico inicial revelou um alto grau de comprometimento da renda de servidores ativos, aposentados e pensionistas. O assunto já havia sido noticiado pelo Campo Grande NEWS em dezembro de 2025, indicando a persistência do problema. Mochi quer detalhes sobre as instituições financeiras credenciadas, taxas de juros, encargos, prazos e regras de renegociação, portabilidade e quitação de dívidas. A identificação da empresa responsável pela gestão das margens consignáveis também foi requisitada.
A indicação parlamentar também solicita uma planilha atualizada com o valor total da dívida, quantidade de contratos ativos e o número de servidores devedores, discriminando as diferentes categorias. O objetivo, segundo Mochi, é subsidiar a criação de soluções administrativas, normativas ou de políticas públicas que auxiliem na redução do endividamento, sem interferir na autonomia dos servidores, mas reforçando a proteção da dignidade e o equilíbrio do sistema de consignações. O Campo Grande NEWS tem acompanhado de perto as discussões sobre o tema.
Cobrança por Delegacia Especializada de Infância e Juventude em Dourados
A deputada estadual Lia Nogueira (PSDB) reiterou a cobrança ao governo estadual pela criação e instalação de uma Delegacia Especializada de Atendimento à Infância e Juventude em Dourados, a segunda maior cidade do estado. O requerimento foi enviado ao governador Eduardo Riedel (PP) e ao Secretário de Estado de Justiça e Segurança Pública, Antônio Carlos Videira. Este é um pedido que já havia sido feito em 2024 e ainda não foi atendido.
Na época, a Secretaria de Justiça e Segurança Pública informou que a Delegacia-Geral da Polícia Civil tinha a intenção de criar a unidade, mas condicionou a medida à superação de questões administrativas internas. A deputada destaca que, apesar do reconhecimento da necessidade, não houve definição de prazos nem implantação da estrutura. Novos casos de violência sexual contra crianças e adolescentes em Dourados reforçam a urgência da medida.
Segundo Lia Nogueira, a criação da unidade especializada é fundamental para garantir um atendimento humanizado às vítimas, maior celeridade nas investigações e o fortalecimento da rede de proteção à infância e juventude no município. A falta de uma estrutura dedicada pode comprometer o acolhimento e a eficácia das ações de combate à violência contra menores.
Deputados do PL aderem a ‘trend’ sobre conservadores
Os deputados do PL, Marcos Pollon (federal) e João Henrique Catan (estadual), entraram na onda de uma crítica feita pela escola de samba Acadêmicos de Niterói. A escola retratou conservadores como latas de alimentos em conserva em uma de suas alas. Em resposta, ambos os parlamentares publicaram fotos de suas famílias em embalagens de enlatados, com frases como “família cristã conservada” ou “família em conserva”, ironizando a crítica.
Hospital Nosso Lar obtém anulação de multas trabalhistas
O Hospital Nosso Lar, mantido pelo Centro Espírita Discípulos de Jesus, obteve na Justiça a anulação de multas aplicadas pelo Ministério do Trabalho. As autuações referiam-se a supostas irregularidades no recolhimento do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) e da multa de 40% em demissões. A entidade argumentou que as multas poderiam impedir a emissão de certidão negativa e travar negociações com o poder público. A 3ª Vara do Trabalho de Campo Grande considerou haver duplicidade de penalidades e que parte dos débitos já havia sido quitada ou parcelada. A União recorreu da decisão, e o caso ainda será analisado pelo Tribunal Regional do Trabalho da 24ª Região.
O contexto da notícia, conforme reportado pelo Campo Grande NEWS, demonstra a importância de acompanhamento jurídico para entidades que prestam serviços públicos e dependem de regularidade fiscal para suas operações. A decisão judicial representa um alívio financeiro e administrativo para o Hospital Nosso Lar.

