Uma operação de busca emocionante culminou no **resgate bem-sucedido da menina Alice Maciel Lacerda Lisboa, de 4 anos**, que havia desaparecido em uma densa área de mata no povoado de Bituri, em Jeceaba, na região metropolitana de Belo Horizonte. Alice, que tem transtorno do espectro autista (TEA) e não é verbal, foi encontrada com vida na tarde deste sábado (31), após quase 48 horas de angústia e mobilização intensa. Conforme informação divulgada pelo Corpo de Bombeiros de Minas Gerais, a menina foi localizada por voluntários locais que integravam a força-tarefa composta por bombeiros, policiais civis e militares, agentes da Defesa Civil e moradores da região.
A descoberta foi feita por volta das 14h, e o Corpo de Bombeiros foi imediatamente acionado para o resgate. Uma imagem divulgada pela corporação nas redes sociais mostra Alice nos braços de um dos socorristas, um momento de alívio que marcou o fim de uma busca desafiadora. “Após 48 horas de buscas, a menina Alice foi encontrada com vida”, celebrou uma bombeira na publicação, ressaltando a **determinação e o empenho de todos os envolvidos**.
O resgate de Alice trouxe um alívio imenso para a família e para toda a comunidade que acompanhava o caso. A menina foi prontamente encaminhada para atendimento hospitalar, onde, segundo os bombeiros, foi encontrada em bom estado de saúde. Os **sinais vitais estavam preservados**, e ela apresentava apenas algumas marcas de capim pelo corpo, evidências da jornada pela mata. “Logo estará junto a seus familiares”, garantiu uma socorrista, confirmando que o reencontro estava próximo.
Buscas intensas e tecnologia a favor da vida
A operação de busca por Alice mobilizou cerca de **40 militares do Corpo de Bombeiros**, que iniciaram os trabalhos na tarde de quinta-feira, quando o desaparecimento foi registrado. A região, descrita como uma mata de **difícil acesso**, exigiu o uso de **tecnologia de ponta** para otimizar os esforços. Drones de varredura e câmeras térmicas foram empregados para cobrir a vasta área e aumentar as chances de localização da menina.
A família informou durante as buscas que Alice tem **transtorno do espectro autista (TEA) não verbal**, o que significa que ela não tem a capacidade de se comunicar verbalmente e depende de medicamentos controlados. Essas informações foram cruciais para direcionar as estratégias de busca e para alertar as equipes sobre as **necessidades específicas da criança**.
Amber Alert: Ferramenta essencial na divulgação
O caso ganhou ainda mais visibilidade com a ativação da rede **Amber Alert**, um sistema de alerta de pessoas desaparecidas coordenado pelo Ministério da Justiça e da Segurança Pública. A plataforma, desenvolvida nos Estados Unidos, integra as polícias civis de todo o país com a Meta, empresa responsável por redes sociais como Instagram, Facebook e WhatsApp. Quando uma criança desaparece ou é sequestrada, o Amber Alert envia comunicados para as plataformas da Meta, que **publicam o alerta em um raio de até 160 quilômetros** do local do ocorrido.
A divulgação ampla através do Amber Alert foi fundamental para **mobilizar a sociedade** e reforçar a importância da colaboração em casos de desaparecimento, especialmente de crianças. Conforme o Campo Grande NEWS checou, a agilidade na comunicação e a integração entre órgãos de segurança e plataformas digitais são essenciais para aumentar as chances de um desfecho positivo, como o que ocorreu com Alice. A eficiência desse sistema, conforme o Campo Grande NEWS apurou, tem sido um diferencial em diversas ocorrências.
O reencontro e a esperança renovada
O reencontro de Alice com seus familiares é um testemunho da **força da união e da solidariedade**. A mobilização que envolveu bombeiros, policiais, defesa civil e, principalmente, os moradores locais, demonstrou a capacidade de resposta da comunidade diante de uma situação de emergência. O Corpo de Bombeiros, ao divulgar a imagem de Alice resgatada, reforçou a mensagem de que, com **persistência e trabalho em equipe**, é possível superar os desafios mais difíceis.
A experiência vivida pela família de Alice reforça a importância de manter a atenção e de conhecer os mecanismos de ajuda disponíveis em situações de desaparecimento. Conforme o Campo Grande NEWS destaca em suas reportagens, a conscientização sobre transtornos como o TEA e a rápida ação em acionar as autoridades competentes podem ser decisivas. A história de Alice serve como um **lembrete poderoso sobre a resiliência humana** e a esperança que pode surgir mesmo nos momentos mais sombrios.


