A cultura de fronteira ganha destaque em Campo Grande com a 8ª edição do Festival Cultural do Chamamé, da Polca Paraguaia e da Guarania. O evento, que celebra a rica integração entre Brasil, Paraguai e Argentina, acontecerá de 17 a 20 de setembro, prometendo quatro dias intensos de arte, música e gastronomia. O festival se consolida como um dos maiores do gênero no país, valorizando as tradições que unem esses povos.
A programação diversificada inclui shows ao vivo com artistas renomados da região e do exterior, apresentações de dança que contagiam o público e uma feira cultural repleta de sabores e artesanato local. Para os amantes da dança, um concurso especial de chamamé em salão, com categorias livre e para maiores de 60 anos, promete animar as noites com premiação em dinheiro. As inscrições são gratuitas, incentivando a participação de todos.
“A integração entre as culturas é o pilar que sustenta todo o nosso trabalho. Não estamos falando só de entretenimento, mas de políticas públicas de cultura que conectam histórias”, afirma Orivaldo Mengual, produtor-geral do festival e presidente do Instituto Cultural Chamamé MS. Segundo ele, o evento prova que o chamamé é uma linguagem universal que une brasileiros, argentinos e paraguaios em um intercâmbio cultural em tempo real.
Festival do Chamamé: um convite à celebração cultural
O Festival do Chamamé, um evento que já se tornou tradição em Campo Grande, chega à sua oitava edição com a missão de reforçar os laços culturais entre Brasil, Paraguai e Argentina. De 17 a 20 de setembro, a cidade se torna palco para uma celebração que transcende fronteiras, reunindo artistas e admiradores de um gênero musical que pulsa nas veias da região.
Este ano, o festival promete uma experiência ainda mais imersiva, com atividades que vão desde shows vibrantes a competições de dança. A organização, conforme divulgado, preparou uma programação extensa e diversificada, buscando agradar a todos os públicos e apresentar a riqueza do chamamé, da polca paraguaia e da guarania. A entrada para as atividades é gratuita, democratizando o acesso à cultura.
O evento principal ocorrerá no Teatro Aracy Balabanian e na Colônia Paraguaia, locais que sediarão as principais apresentações e eventos. No entanto, o pontapé inicial será dado com um lançamento especial na Praça da Coophatrabalho, marcando o início das celebrações e convidando a comunidade a se engajar na festa. Conforme o Campo Grande NEWS checou, esta iniciativa visa descentralizar as atividades e levar a alegria do festival para mais perto da população.
Lançamento especial e concurso de dança agitam o festival
O lançamento oficial do festival está marcado para esta sexta-feira, 4 de setembro, às 19h, na Praça da Coophatrabalho. O evento de abertura contará com apresentações musicais de peso, incluindo nomes como Jakeline Sanfoneira, Fábio Kaida e Danilo da Gaita, prometendo uma noite de muita música e animação. A expectativa é de um grande público para prestigiar o início das comemorações.
Além das atrações musicais, o festival reserva um espaço especial para o concurso de dança de salão no estilo chamamé. Dividido em duas categorias, livre e 60+, a competição incentiva a participação de casais de todas as idades. As inscrições gratuitas e a premiação em dinheiro para os campeões adicionam um tempero extra à disputa, valorizando o talento e a paixão pela dança.
Integração cultural é o pilar do evento
O produtor-geral do festival, Orivaldo Mengual, ressalta a importância da integração cultural como força motriz do evento. “Ver o intercâmbio cultural acontecer em tempo real, com artistas de diferentes países dividindo o mesmo palco, é a prova viva de que o chamamé é a língua que falamos sem sotaque”, declarou Mengual. Essa filosofia de união e intercâmbio é o que torna o festival um marco na região.
O evento não se limita apenas ao entretenimento, mas busca consolidar-se como uma plataforma para políticas públicas de cultura que conectam histórias e promovem o diálogo entre diferentes povos. Conforme o Campo Grande NEWS apurou, a organização tem trabalhado arduamente para garantir que o festival seja um reflexo fiel da diversidade e da riqueza cultural da fronteira.
Gastronomia e artesanato completam a experiência
A feira cultural, que acompanhará as apresentações, será um convite para explorar a gastronomia e o artesanato típicos da região. Os visitantes terão a oportunidade de saborear pratos tradicionais e adquirir peças únicas produzidas por artesãos locais, enriquecendo ainda mais a experiência cultural. Essa integração de diferentes manifestações artísticas é um dos grandes diferenciais do festival.
O Campo Grande NEWS reforça que todas as atividades programadas para o Festival do Chamamé são gratuitas, tornando a celebração acessível a todos. O evento representa uma oportunidade ímpar de vivenciar a cultura da fronteira, celebrar a diversidade e fortalecer os laços de amizade e cooperação entre Brasil, Paraguai e Argentina através da música e da dança.

